Un brote de nostagia

Un brote de nostagia
por Mario Persona (Leia em Português)



Vamos quedando viejos y los buenos recuerdos comienzan a llenar la memoria, como sucede con la computadora. Será que es por eso que enlentecemos! Debe ser. El corazón se estruja por cualquier motivo, extrañamos a los hijos pequeños, hasta el color de los recuerdos cambia. Todo se vuelve sepia.


Cada día me voy entusiasmando más, con las posibilidades de la tecnología para rescatar viejos recuerdos descubrí que el podcast y el videocast también sirven como álbum de viejas ideas, músicas y hasta imágenes. El otro día, yo y mi hijo rescatamos del fondo del baúl, una música que hice en la década de los 70 cuando era un “grillo cantor”. Entonces, en un domingo a la tarde tocamos, cantamos y grabamos en video. Coloqué el link aquí hace algunos meses.

Ayer a la noche le hice un arreglo en el video, crié una introducción, hablando de los tiempos de la facultad y de mis sueños que inspiraron aquella composición, y coloqué en mi video TV Barbante. Después extraje el audio y coloqué en mi podcast, con link en la misma página. Esta es otra novedad.

Por sugerencia de un lector, digo espectador, creé también un podcast, porque para eso bastaba extraer el audio de mis programas de la TV Barbante. Así quien no tiene banda larga puede al menos oír lo que digo y quien tiene IPOD u otro MP3 player puede llevarlo por ahí.

Ahora Ud. puede asistir al resultado de esta etapa musical de la TV Barbante. Sin garantía. Felizmente la mayoría de los que son de mi generación ya quedaron medio sordos como yo y no se van a percatar cuán desafinado está. Es un privilegio nuestro, pues podemos escuchar una emisora de radio fuera de sintonía, sin “chirridos”.

Sabia que la muchachada está cambiando la señal de del celular en alta frecuencia para recibir llamadas en la clase? La noticia dice que descubrieron que existe una frecuencia que nadie mayor de 30 años consigue oír. Solo que la misma frecuencia está siendo usada para ahuyentar jóvenes de locales destinados solo para adultos.

Ah, si! Me faltó pasar el link del video (memoria débil también….): Asista, vea “Banderas de la Paz” acá mismo o en el YouTube. O óigalo en mi podcast

Versão em espanhol por Henriette Borbely de Casciotti – akvinkum@hotmail.com

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A Arte de Esquecer: Cérebro, Memória e Esquecimento
IVAN IZQUIERDO

Como e por que esquecemos ou precisamos esquecer? A resposta a esta pergunta, que abrange muitos e diferentes aspectos, é o tema deste livro do renomado neurocientista Iván Izquierdo. A arte de esquecer demonstra como pesquisa científica sobre o funcionamento do cérebro pode ser acessível, mesmo quando nos trata dos mistérios da memória e do esquecimento. Você vai conhecer os vários tipos de memória bem como suas respectivas áreas cerebrais. Vai também compreender porque esquecemos tanto, e conhecer várias formas de esquecimento: bloqueio, extinção e repressão. Ao final saberá que esquecemos para poder pensar, esquecemos para não enlouquecer e para poder conviver e sobreviver.

Iván Izquierdo é médico e neurocientista. Nasceu em Buenos Aires, é casado com uma gaúcha e mora em Porto Alegre. Naturalizou-se brasileiro em 1981. Trabalha em mecanismos da memória desde 1961, tendo publicado mais de 500 trabalhos em resvistas científicas de divulgação internacional e orientado mais de 40 teses de doutorado sobre o tema. Autor de vários livros sobre a memória e dois de literatura (contos). Recebeu inúmeros prêmios e distinções nacionais e internacionais. Hoje, ainda no Centro de Memória do Instituto de Biociências da Universidade do Rio Grande do Sul, Iván Izquierdo é um dos mais respeitáveis especialistas em fisiologia da memória do mundo.



E a gorjeta, doutor?


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Livros de Mario Persona

“Ser
alguém é ter uma história para contar.”

Isak
Dinesen

Curioso para saber quem sou? Ok, você pediu. Para
poupá-lo, vou começar nos anos 70. Após a fase mauricinho, virei hippie. Isso mesmo. Compus, cantei e
toquei em festivais, vivi 3 anos só de macrobiótica e vesti bata de algodão de saco de farinha. Despojamento
exterior de um Gandhi, mas vivendo como a rainha da Inglaterra, PAItrocinado no
conforto de um apê só meu no Guarujá e faculdade particular em Santos.

Fim dos anos 70, desenhista, designer de ambientes e cartunista, recém formado arquiteto, metido em movimentos de contracultura e volta à natureza, fui morar no mato. Comprei um sítio após uma tentativa frustrada de morar numa comunidade. Onde? Alto Paraiso,
GO. Foram 3 anos cantando “Refazenda”, criando carrapatos, plantando mato e comendo
arroz integral com gersal.

Foi também no fim dos 70 que nasci de novo, após três anos errando à procura de um sentido para a
vida em filosofias do extremo oriente. Minha procura terminou no oriente médio
e os anjos ficaram alegres.

Voltei à civilização para continuar a carreira de arquiteto. Tive escritório de
arquitetura, fui vendedor de materiais de acabamento, negociador no Banco Itaú e Cia do Metrô, editor de publicações cristãs da Verdades Vivas, tradutor técnico e diretor de comunicação e marketing da Widesoft.

Dinossauro da Internet no Brasil, em 1996 criei meu
primeiro site, o bilíngüe
True Stories, seguido do
trilíngüe
Chapter-A-Day. Trabalhando na
Widesoft, criei a comunidade
Widebiz e ultimamente
mantenho alguns blogs, como este
CAFE, o biográfico Quero Contar e o devocional
O
Pintor em Minha Janela
.

Hoje sou palestrante,
escritor, professor e estrategista de comunicação e
marketing
, além de garçom aqui no Mario Persona CAFE. Para saber mais é só clicar nos docinhos
do cardápio profissional lá no alto.

Descobri o ócio criativo e faço que gosto trabalhando em casa. Meus clientes nunca iam ao
meu escritório — nem eu — por isso decidi assumir
o modelo home-office, conectado a um
atendimento profissional, empresas parceiras, ao meu
filho
Lucas
Persona
e aos meus clientes. Adotei o modelo
futuro no presente.

Ao lado de minha mesa fica a poltrona de meu filho Pedro,
que passa o dia escutando música. Quem é Pedro? Esta é
uma outra história que você encontra no livro
“Uma
Luta pela Vida”
, de minha filha Lia Persona, ou
acompanhando o blog
Quero Contar .

Com tanta gente lendo meus
textos
, visitando meu
site
, assistindo minhas palestras, costumo receber
um bom número de
e-mails
de leitores
. Mas nenhum foi tão enigmático quanto
aquele que trazia apenas uma pergunta:
“Por
que você se chama Mario Persona?”
.

“Você é o contador de histórias de
sua própria vida, e poderá ou não criar sua própria
lenda.”

Isabel Allende

 



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