(Español) Se vou falar de política? Não. Vou falar de Rampa. Não, não é a rampa de Brasília, é Rampa, o Lobsang, pseudo-lama que me enganou dizendo que enxergava o que todo mundo não conseguia ver. Não, eu não disse que ele não viu o que todo mundo vê, ao contrário. O lama Lobsang Rampa dizia ter um furo na testa com um terceiro olho, sua "terceira visão".
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(español) Um amigo comentou uma crítica do colunista da VEJA, Diogo Mainardi, sobre... bem, qualquer coisa que ele tenha criticado, não importa o quê. Por que não importa? Porque é a forma, não o conteúdo, o meu assunto aqui. E neste caso tudo se resume numa só palavra: Persona. Eu? Não, a máscara. Aquela do símbolo do teatro, ora triste, ora alegre.
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(español) Há quase trinta anos conheci um fabricante de aparelhos de rádio durante uma viagem. A marca, segundo ele, era um tributo a Alan Shepard, primeiro astronauta norte-americano, de quem era admirador. Mas ele estava com um problema. Não o astronauta, o empresário.
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Todo el mundo tiene un MBA (léase "em-bi-ei"), o quiere tener. Para obtener status, empleo o conocimiento en este orden. Pero ya existe algo más avanzado. Si quiere que su empresa "despegue" busque donde han surgido los últimos adelantos en términos de gestión. El MCA (léase " em-ci-ei"). Con un MCA tendrá suficientes armas para vencer cualquier situación de riesgo en el mercado. (aqui em Português.)
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Supertankers are the biggest man-made mobile objects. Huge, brute, heavy, they make anyone near feel like a Lilliputian. They impress us with their weight, they make us dizzy with their height, they flurry with their power, and they are always ready to explode and cause an ecological disaster. They are the Rambos and Schwarzeneggers of the seas. (Aqui em Português)
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"Ser
alguém é ter uma história para contar."
Isak Dinesen
Curioso para
saber quem sou? Ok, você pediu. Para
poupá-lo, vou começar nos anos 70.
Após a fase mauricinho, virei hippie.
Isso mesmo. Compus, cantei e toquei em
festivais, vivi 3 anos só de
macrobiótica e vesti bata de algodão de
saco de farinha. Despojamento exterior de
um Gandhi, mas vivendo como a rainha da
Inglaterra, PAItrocinado
no conforto de um apê só meu no
Guarujá e faculdade particular em Santos.
Fim dos anos 70, desenhista, designer de
ambientes e cartunista, recém formado
arquiteto, metido em movimentos de
contracultura e volta à natureza, fui
morar no mato. Comprei um sítio após
uma tentativa frustrada de morar numa
comunidade. Onde? Alto Paraiso, GO. Foram
3 anos cantando "Refazenda",
criando carrapatos, plantando mato e
comendo arroz integral com gersal.
Foi também no fim dos 70 que nasci de
novo, após três anos errando à procura
de um sentido para a vida em filosofias
do extremo oriente. Minha procura
terminou no oriente médio e os anjos
ficaram alegres.
Voltei à civilização para continuar a
carreira de arquiteto. Tive escritório
de arquitetura, fui vendedor de materiais
de acabamento, negociador no Banco Itaú
e Cia do Metrô, editor de publicações
cristãs da Verdades Vivas, tradutor
técnico e diretor de comunicação e
marketing da Widesoft.
Dinossauro da Internet no Brasil, em 1996
criei meu primeiro site, o bilíngüe True Stories,
seguido do trilíngüe Chapter-A-Day.
Trabalhando na Widesoft, criei a
comunidade Widebiz
e ultimamente mantenho alguns blogs, como
este CAFE,
o biográfico Quero Contar
e o devocional O Pintor em Minha
Janela.
Descobri o ócio criativo e faço que
gosto trabalhando em casa. Meus clientes
nunca iam ao meu escritório nem
eu por isso decidi assumir o
modelo home-office, conectado a um
atendimento profissional, empresas
parceiras, ao meu filho Lucas Persona
e aos meus clientes.
Adotei o modelo futuro no presente.
Ao lado de minha mesa fica a poltrona de
meu filho Pedro, que passa o dia
escutando música. Quem é Pedro? Esta é
uma outra história que você encontra no
livro "Uma Luta
pela Vida",
de minha filha Lia
Persona, ou acompanhando
o blog Quero Contar
.