Não sou de criar caso, mas alguém resolveu criar um caso comigo. Já tinham me avisado, mas foi só na quinta ou sexta livraria que encontrei o caso criado. Ele ocupava quatro das 472 páginas do livro "Google Marketing". Virei caso em jargão corporativo: "Case Mario Persona".
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Meio-ambiente é hoje um tema obrigatório e estratégico em qualquer empresa. Esta é a essência da mensagem de uma de minhas palestras de conscientização sobre os perigos do aquecimento global em eventos da Semana do Meio-Ambiente ou de segurança e qualidade de vida. Escrita na forma de diálogo para a produção de um vídeo, talvez faça mais sentido para você ver do que ler.
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Em 1959, Sebastião Fumagalli e Ary Bagnolli decidiram premiar os talentos de Limeira, minha cidade. Desde então, uma comissão independente se reúne várias vezes por ano para escolher os laureados. Foi essa comissão que, num momento de distração, me indicou para o Troféu Fumagalli 2008.
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Estive pensando em algo que homenageasse as mães e celebrasse o ano olímpico. Sabe como é, otimização da produção literária. Foi assim que, para homenagear as mães em clima de Olimpíadas, decidi falar dos maiores corredores do mundo. Os homens.
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"Ser
alguém é ter uma história para contar."
Isak Dinesen
Curioso para
saber quem sou? Ok, você pediu. Para
poupá-lo, vou começar nos anos 70.
Após a fase mauricinho, virei hippie.
Isso mesmo. Compus, cantei e toquei em
festivais, vivi 3 anos só de
macrobiótica e vesti bata de algodão de
saco de farinha. Despojamento exterior de
um Gandhi, mas vivendo como a rainha da
Inglaterra, PAItrocinado
no conforto de um apê só meu no
Guarujá e faculdade particular em Santos.
Fim dos anos 70, desenhista, designer de
ambientes e cartunista, recém formado
arquiteto, metido em movimentos de
contracultura e volta à natureza, fui
morar no mato. Comprei um sítio após
uma tentativa frustrada de morar numa
comunidade. Onde? Alto Paraiso, GO. Foram
3 anos cantando "Refazenda",
criando carrapatos, plantando mato e
comendo arroz integral com gersal.
Foi também no fim dos 70 que nasci de
novo, após três anos errando à procura
de um sentido para a vida em filosofias
do extremo oriente. Minha procura
terminou no oriente médio e os anjos
ficaram alegres.
Voltei à civilização para continuar a
carreira de arquiteto. Tive escritório
de arquitetura, fui vendedor de materiais
de acabamento, negociador no Banco Itaú
e Cia do Metrô, editor de publicações
cristãs da Verdades Vivas, tradutor
técnico e diretor de comunicação e
marketing da Widesoft.
Dinossauro da Internet no Brasil, em 1996
criei meu primeiro site, o bilíngüe True Stories,
seguido do trilíngüe Chapter-A-Day.
Trabalhando na Widesoft, criei a
comunidade Widebiz
e ultimamente mantenho alguns blogs, como
este CAFE,
o biográfico Quero Contar
e o devocional O Pintor em Minha
Janela.
Descobri o ócio criativo e faço que
gosto trabalhando em casa. Meus clientes
nunca iam ao meu escritório nem
eu por isso decidi assumir o
modelo home-office, conectado a um
atendimento profissional, empresas
parceiras, ao meu filho Lucas Persona
e aos meus clientes.
Adotei o modelo futuro no presente.
Ao lado de minha mesa fica a poltrona de
meu filho Pedro, que passa o dia
escutando música. Quem é Pedro? Esta é
uma outra história que você encontra no
livro "Uma Luta
pela Vida",
de minha filha Lia
Persona, ou acompanhando
o blog Quero Contar
.