:( Outro dia, durante uma apresentação, um palestrante disse: "Se você sacudir aquela árvore do outro lado da rua, cairão uns dez palestrantes". Verdade? Pode ser. O aumento do número de profissionais de palestras, workshops, cursos e treinamentos é reflexo da sofisticação de uma sociedade. É sobre isso que falo na entrevista que dei para o Clube do Palestrante e que você pode ler também aqui.
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:cool: Hoje o pintor em minha janela surpreendeu-me com uma nova obra. Um quadro de cores quentes, pinceladas vigorosas e uma linha em tons sombrios separando o céu azul da terra ardente. Diferente dos dois últimos quadros que pintou em minha janela, um em tons suaves e outro no qual depositou ouro sobre veludo azul.
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;) Conhece alguém com pós-graduação e sem um segundo idioma? Conheço muitos assim, gente que só entende inglês com legenda. Erraram na prioridade. Antes até da pós-graduação, saber outro idioma é condição para se obter uma boa colocação.
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:hehe: Fui entrevistado pelo Jornal Zero Hora para uma matéria sobre os resultados de palestras, seminários, cursos e workshops nas empresas e como os empresários podem aproveitar isso ao máximo para compensar o investimento.
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:cool: Café também é arte. Outro dia apresentei a você o Pintor em minha janela. Isso mesmo, aquele que todos os dias cria uma nova obra de arte a partir de um único motivo: a cidade que vejo de minha janela. Você já deve ter percebido que não me canso de falar desse Pintor ou de sua habilidade, não é mesmo?
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:laugh: Se havia algo que me dava prazer na escola era caderno novo. A capa imaculada, as folhas brancas, o cheiro desbolorizado — tudo servia para estimular um novo começo. Passar a mão espalmada sobre a primeira página era como acariciar um bólido reluzente. Sem páginas viradas, tudo trazia aquela adrenalina da hora da largada.
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"Ser
alguém é ter uma história para contar."
Isak Dinesen
Curioso para
saber quem sou? Ok, você pediu. Para
poupá-lo, vou começar nos anos 70.
Após a fase mauricinho, virei hippie.
Isso mesmo. Compus, cantei e toquei em
festivais, vivi 3 anos só de
macrobiótica e vesti bata de algodão de
saco de farinha. Despojamento exterior de
um Gandhi, mas vivendo como a rainha da
Inglaterra, PAItrocinado
no conforto de um apê só meu no
Guarujá e faculdade particular em Santos.
Fim dos anos 70, desenhista, designer de
ambientes e cartunista, recém formado
arquiteto, metido em movimentos de
contracultura e volta à natureza, fui
morar no mato. Comprei um sítio após
uma tentativa frustrada de morar numa
comunidade. Onde? Alto Paraiso, GO. Foram
3 anos cantando "Refazenda",
criando carrapatos, plantando mato e
comendo arroz integral com gersal.
Foi também no fim dos 70 que nasci de
novo, após três anos errando à procura
de um sentido para a vida em filosofias
do extremo oriente. Minha procura
terminou no oriente médio e os anjos
ficaram alegres.
Voltei à civilização para continuar a
carreira de arquiteto. Tive escritório
de arquitetura, fui vendedor de materiais
de acabamento, negociador no Banco Itaú
e Cia do Metrô, editor de publicações
cristãs da Verdades Vivas, tradutor
técnico e diretor de comunicação e
marketing da Widesoft.
Dinossauro da Internet no Brasil, em 1996
criei meu primeiro site, o bilíngüe True Stories,
seguido do trilíngüe Chapter-A-Day.
Trabalhando na Widesoft, criei a
comunidade Widebiz
e ultimamente mantenho alguns blogs, como
este CAFE,
o biográfico Quero Contar
e o devocional O Pintor em Minha
Janela.
Descobri o ócio criativo e faço que
gosto trabalhando em casa. Meus clientes
nunca iam ao meu escritório nem
eu por isso decidi assumir o
modelo home-office, conectado a um
atendimento profissional, empresas
parceiras, ao meu filho Lucas Persona
e aos meus clientes.
Adotei o modelo futuro no presente.
Ao lado de minha mesa fica a poltrona de
meu filho Pedro, que passa o dia
escutando música. Quem é Pedro? Esta é
uma outra história que você encontra no
livro "Uma Luta
pela Vida",
de minha filha Lia
Persona, ou acompanhando
o blog Quero Contar
.