Li a opinião de alguém de que um banner funcionaria como um outdoor, nem tanto para levar pessoas a clicar neles, mas como forma de expor uma marca. Será?
Acredito que o banner possa funcionar como um outdoor em alguns casos, mas seu efeito é infinitamente menor do que aquele obtido por um outdoor. O que aconteceria se as pessoas saíssem de casa só para observar o tráfego, conhecer novas marcas de carros, ver pessoas dirigindo...? O outdoor teria seu efeito diminuído. Mas como o tráfego é a coisa mais chata que existe, nossa mente fica ávida por algo que quebre sua monotonia, e lá está o outdoor fazendo seu papel.
Para os antigos "internautas" (você se lembra da época em que existiam internautas?) que ficavam "surfando" (você se lembra da época em que as pessoas surfavam na Internet?), olhar para banners era como olhar para outdoors. À medida que as pessoas passam a usar a Internet com objetivo - vão em busca de algo definido, não estão passeando - o banner é um intruso que acaba sendo bloqueado pela mente, pois meu interesse está no tutano.
E o tutano são os textos, o conteúdo, a informação que irá gerar conhecimento. Ou as pessoas, com as quais posso interagir online. Ou a busca por preços e características de produtos – que acabam sendo comprados ou não on-line – apenas para mencionar a ponta do iceberg da Internet. O movimento mesmo vai aumentando no uso da rede como rede mesmo, como ambiente de processamento de dados ou troca de informações entre máquinas.
Sugestão de Pauta: Será que é relevante o funcionamento de banners, pop-ups e tantas formas de propaganda on-line nos resultados das empresas, ou o ganho está mais na função rede da Internet?
Respostas: 3 Pessoas comentaram. E você, qual é sua opinião?
Eu acho sim, inclusive tenho um site com esse nome outdoorvirtual ponto com ponto br
Continuação... O banner pode ser utilizado com diversos objetivos: Branding (como no caso do outdoor), aumentar o tráfego do site anunciado, a venda direta de determinado produto etc.
E a compra por impulso? Por exemplo, você está indo comprar um perfume em uma loja no shopping e vê um sapato que é a sua cara, você não pára pra olhar e talvez até comprar? Acontece o mesmo na internet. O conteúdo precisa ser pago de alguma forma, exceto quando trata-se de sites pessoais. Empresas como a Nestlé estão vendendo apenas a sua imagem institucional, porém portais ou sites em geral precisam sobreviver, aí entram os banners, pop-ups e anuncios em formas de texto, como em sites de busca. Se você compra uma revista, você quer ver o conteúdo dela, mas está levando também vários anúncios, pois apenas o valor da compra da revista não é suficiente para mantê-la.
"Ser
alguém é ter uma história para contar."
Isak Dinesen
Curioso para
saber quem sou? Ok, você pediu. Para
poupá-lo, vou começar nos anos 70.
Após a fase mauricinho, virei hippie.
Isso mesmo. Compus, cantei e toquei em
festivais, vivi 3 anos só de
macrobiótica e vesti bata de algodão de
saco de farinha. Despojamento exterior de
um Gandhi, mas vivendo como a rainha da
Inglaterra, PAItrocinado
no conforto de um apê só meu no
Guarujá e faculdade particular em Santos.
Fim dos anos 70, desenhista, designer de
ambientes e cartunista, recém formado
arquiteto, metido em movimentos de
contracultura e volta à natureza, fui
morar no mato. Comprei um sítio após
uma tentativa frustrada de morar numa
comunidade. Onde? Alto Paraiso, GO. Foram
3 anos cantando "Refazenda",
criando carrapatos, plantando mato e
comendo arroz integral com gersal.
Foi também no fim dos 70 que nasci de
novo, após três anos errando à procura
de um sentido para a vida em filosofias
do extremo oriente. Minha procura
terminou no oriente médio e os anjos
ficaram alegres.
Voltei à civilização para continuar a
carreira de arquiteto. Tive escritório
de arquitetura, fui vendedor de materiais
de acabamento, negociador no Banco Itaú
e Cia do Metrô, editor de publicações
cristãs da Verdades Vivas, tradutor
técnico e diretor de comunicação e
marketing da Widesoft.
Dinossauro da Internet no Brasil, em 1996
criei meu primeiro site, o bilíngüe True Stories,
seguido do trilíngüe Chapter-A-Day.
Trabalhando na Widesoft, criei a
comunidade Widebiz
e ultimamente mantenho alguns blogs, como
este CAFE,
o biográfico Quero Contar
e o devocional O Pintor em Minha
Janela.
Descobri o ócio criativo e faço que
gosto trabalhando em casa. Meus clientes
nunca iam ao meu escritório nem
eu por isso decidi assumir o
modelo home-office, conectado a um
atendimento profissional, empresas
parceiras, ao meu filho Lucas Persona
e aos meus clientes.
Adotei o modelo futuro no presente.
Ao lado de minha mesa fica a poltrona de
meu filho Pedro, que passa o dia
escutando música. Quem é Pedro? Esta é
uma outra história que você encontra no
livro "Uma Luta
pela Vida",
de minha filha Lia
Persona, ou acompanhando
o blog Quero Contar
.