O trabalho em casa ou executado por quem sofre de alguma dificuldade física nem sempre é visto com bons olhos por quem acredita que ambos ficam a dever em qualidade – uma atividade marginal ao trabalho normal. Daí a razão das fotos das casas que publiquei aqui no texto de 22/07.
Elas fazem parte de um projeto que acontecerá dentro do O 12º Salão de Novos Negócios, realizado pela Lemos Britto Multimídia.
Ambas têm, de certa forma, um caráter de inclusão: uma mostrando a possibilidade de pessoas com dificuldades físicas trabalharem normalmente usando a tecnologia adequada. Alguns voluntários estarão na casa para mostrar suas funcionalidades e a acessibilidade a atividades antes consideradas impossíveis para pessoas com dificuldades.
A outra, que será habitada durante o período da feira por 8 profissionais de diferentes áreas, procura valorizar o trabalho em casa e mostrar como as novas tecnologias permitem isso. Essa vivência será acompanhada por 8 jornalistas brasileiros e estrangeiros “internados” na mesma casa e por webcams nas áreas de trabalho da casa.
Nos EUA e Europa, telework, telecommuting, home-office e outras denominações já são vistas como sinônimo de otimização de recursos e qualidade de vida. E no Brasil? A questão que os dois projetos levantam serve de “Sugestão de pauta” para discussão no quadro amarelo abaixo.
Eu tenho minha opinião sobre o assunto e estas questões me dizem respeito diretamente – trabalho em casa e tenho um filho deficiente físico – mas gostaria de ouvir sua opinião. Você é marginalizado por trabalhar em casa ou ter alguma dificuldade física? Use o link dos comentários para se expressar.